CENTRO
DE HUMANIDADES
DEPARTAMENTO
DE HISTÓRIA
Disciplina:
Oficina de História Geral I HI037 (64h)
Período:
2012.2
Prof. Jailson Pereira da Silva
PRIMEIRA ATIVIDADE ESCRITA DE
AVALIAÇÃO
DATA DE ENTREGA 20-12-2012
TEMA -
Em “identificação”, Tom Zé faz uma leitura da nossa vida cotidiana constatando
que, mergulhados na superfície, estamos (des)vivendo num mundo que nos
identifica e controla; que gastamos mais tempo com “idas ao banheiro para atividades diversas” do que com “alegriazinhas espontâneas”. Enquanto
isso, Durval Muniz nos desafia indicando que precisamos lutar “Por um ensino que deforme”. Por fim, Freire
em “Pedagogia da Autonomia”, nos
interpela sobre os “saberes necessários à
prática docente”. E nós? como nos colocamos na condição de sujeitos –
professoras e alunos da História -
diante "desse mundo louco" e dos desafios inerentes à educação e ao ensino da História?
Façam
um texto pensando como os encontros vivenciados em sala de aula ajudam (ou não)
na nossa construção como educadores. Usem suas experiências docentes/ discente,
citem exemplos, recorram aos textos... mas, não passem de 5 (cinco) laudas.
http://letras.mus.br/tom-ze/164887/ (LINK PARA CANÇÃO DO TOM ZÉ)
ALBUQUERQUE Jr. Durval
Muniz. Para que serve a história?
Recife-João Pessoa: s.e., 2001.
ALBUQUERQUE Jr.
Durval Muniz Por um ensino que deforme. In: PINHEIRO, Aurea da Paz e PELEGRINI,
Sandra. Tempo, Memória e Patrimonio
Cultural. Teresina: EDUFPI, 2010, P. 55-72
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1996.
PS.
Há uns pequenos desencontros entre a letra da música e o canto do Tom Zé. Relevem;
afinal, naqueles tempos, ainda se faziam (abertamente) propagandas de cigarro, “CPF”
era “CIC” e “INSS” era “INPS”.
PS2.
Vale (sempre) a pena ler “poema em linha reta”, pra sabermos que também somos
tortos e cometemos nossas torturas.
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